mas lisboa é feita de fios de sangue de províncias de esperas diante dos cafés de vazio sob um céu plúmbeo que ensombra os jardins de estátuas partidas
há um pressentimento de sono sem fim refugias-te num quarto de pensão e dormitas o dia todo - para que lisboa te esqueça
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ver de perto e permanecer
é retroceder e dever ao tempo.
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